Com ele o amor não era um lugar estranho.
Porque podia ser eu mesma, ele não me tentava impressionar nem me colocava num pedestal exigindo padroes demasiado elevados que me deixassem relutante.
Deixava-me ser eu, deixava-me partilhar com ele uma versão da vida que eu própria desconhecia, deixava-me ridicularizar o fútil e o banal porque eram coisas que ele igualmente menosprezava.
Porque ele sabia exactamente quando me abraçar, sabia quando um singelo gesto faria a diferença e amava-me , apesar da distância, acima do mundo e acima da relatividade do tempo.
A minha vida, simplesmente estava segura nos seus lábios sempre que ele se pronunciava.

Muito Bom! Até chorei ;o, podias era escrever um e dedicar-me.
ResponderEliminarGosto mais deste, e tou com o diogo, e um sobre mim? :c
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