Eu era as palavras presas na parede que te gritavam ao ouvido.
Tu eras as sensações padecidas de um espaço qualquer.
Eu caminhava silenciosamente sem que me ouvisses e tu , tu passavas-me ao lado.
E ao passares-me ao lado encontraste-me.
Às vezes as coisas sem sentido são aquelas que no final mais sentido têm.

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